A UFRN escreve: Olhando para as pessoas ao meu redor

Longe da enrolação, longe das mentiras, olho para as pessoas. Na minha casa, a diarista que recebe o bolsa família vem trabalhar sempre que eu preciso e comemora os novos chamados. Ano que vem, eu me caso. Minha mulher está feliz por ter sido chamada em dois concursos e cursar o mestrado. Da janela do meu prédio vejo dezenas de pedreiros trabalhando. Eles construíram o apartamento onde moro, onde finalmente estou construindo um lar. Imagino que eles devem estar felizes com as novas oportunidades, com o trabalho farto. Para construir prédios, são necessários tijolos, areia, ferragens, madeira, tubos… Quanto dinheiro circulou nas lojas e indústrias que trabalham com estes insumos? Quantas possibilidades se realizam?

Ao dirigir rumo à universidade, todos os dias passo por diversos prédios, que estão construção. Ao seguir pelas avenidas, tenho que disputar espaço com milhares de carros novos e não posso ignorar outras novidades na paisagem. Pequenos restaurantes, padarias, lojas. Nesses ambientes, entre os desafios, não se apaga a esperança. Certamente isto significa que mais empregos estão sendo gerados.

Dirijo pela BR 101, aquela que corta o Brasil de norte a sul. Lembro-me de como ela era antes e imagino como seriam as viagens se ela não estivesse restaurada e duplicada. Sigo de Nova Parnamirim ao Campus e não consigo parar de pensar no passado. Sigo pelo anel viário do campus, observando sempre. Vejo os prédios: laboratórios de química, física, geologia. O prédio do bacharelado em ciência e tecnologia. Este que é um dos novos cursos criados em decorrência do Reuni. Quantas novas vagas foram criadas para os estudantes? Quantos novos professores e técnicos foram contratados? Chego ao Laboratório de Comunicação Social e penso o que seria do departamento sem ele. Em 2001, as informações eram de que o curso seria fechado. Hoje o curso se fortalece, pois além dos novos estudantes, além dos novos laboratórios, há salas de aula novinhas, todas com equipamentos multimídia.

É um novo Brasil nascendo. Alguém pode ler este texto e pensar: tudo isso é obrigação dos governantes. Concordo. Que bom que alguns gestores cumprem com suas responsabilidades. Outros podem dizer: isso foi sorte. Concordo. A sorte ajuda quem trabalha. Quem toma as decisões corretas, quem pensa no futuro, quem procura ouvir a voz da razão, mas tem coração pra sonhar. Outros podem falar que o Serra fez algumas coisas boas por São Paulo. Também concordo. É bem mais fácil construir conjuntos habitacionais, hospitais e o rodoanel quando o governo federal investe pesado. Alguém pode citar os erros que ocorreram. Mas eu penso que é muito mais fácil corrigir as falhas quando finalmente alcançamos a dignidade, quando podemos dizer (e aí eu me refiro a 190 milhões de brasileiros) nossa vida melhorou.

É por essas e outras que eu voto na Dilma. A melhor ministra do melhor governo.

Ruy Rocha – DECOM – UFRN

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Sobre ufrncomdilma

Acreditamos que Dilma é a candidata mais preparada para o Brasil.
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Uma resposta para A UFRN escreve: Olhando para as pessoas ao meu redor

  1. Essa mudança está acontecendo em todo o País e, ainda, há muito para fazer. Nesse sentido Serra seria um grande retrocesso. Também por isso, estamos construindo um blog: http://valnorhenriques.wordpress.com/

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